descanso, morro nessas frases e em cada morte é que a vida se levanta e me faz brilhar os olhos, no que leio do que saiu de minhas mãos.

saio e volto e não sei se primeiro volto para depois sair destes campos verdejantes onde precariamente sacio-me.

um vento inventa-me agora, respiro distraído que foi esse vento nas narinas de Deus, mas ja sou outro no fim desta frase, desinventei-me, fica a frase

2 comentários:

Mai disse...

Pois este vento que passou em meus olhos, soprou-me um sorriso, um bom e manso sorriso. Pois eu, agora, lendo este vento e soprando essas palavras,
d e s i n v e n t e i- m e
de
t
r
i
s
t
e
z
a
s... um beijo, meu amigo

Eurico disse...

Vento nas narinas de D'us...
entre a frase e o demiurgo, o Não-poeta.
***
Quero saber como estás.
Queremos saber de ti.
Eu e a Mai, os que te curtem...

Abraço sincero e cordial.